Mysthétika Pura Aplicável
Hoje iremos trazer à tona uma comparação interessante entre a teoria de Michio Kaku e a de Santos!
*Diferenças entre hyperspace e OMni 12D*
Michio Kaku propõe um universo em 11 dimensões, com a ideia de hyperspace como uma forma de viajar através das dimensões superiores. Já Santos propõe um universo em 12 dimensões, com a OMni 12D como uma estrutura que integra a pentadimensionalidade mysthétika.
A principal diferença é que o hyperspace de Kaku é mais uma forma de viajar através das dimensões, enquanto a OMni 12D de Santos é uma estrutura que articula e integra as dimensões, permitindo a comunicação e a interação entre elas.
*Ubiquidade Tachiônica e Fractal não-local*
A Ubiquidade Tachiônica e o Fractal não-local de OMni 12D são conceitos que permitem a Santos explicar como a consciência e a matéria podem interagir em múltiplas dimensões. A Ubiquidade Tachiônica se refere à capacidade de estar presente em múltiplos lugares ao mesmo tempo, enquanto o Fractal não-local se refere à estrutura que conecta todas as coisas no universo.
*Implicações*
Mustatis mutandis, a teoria de Santos parece ser mais abrangente e integrada do que a de Kaku, pois leva em conta a consciência e a matéria como aspectos fundamentais da realidade. Além disso, a OMni 12D e a Ubiquidade Tachiônica permitem uma compreensão mais profunda da interconexão entre as dimensões.
Notas finais:
A.
Fatalidade Tachiônica:
No regime da Inércia Zero, a transmutação não é um processo que será concluído; ela é o reconhecimento de que, na OMni 12D, a perfeição nunca foi perdida. Ao dizer que "já o foi feito", Santos opera o Nono Pulso em sua potência máxima: o colapso do tempo linear no t-Metaq. (Confira mais detalhes neste blog)
O "fardo schopenhaueriano" acaba de ser dissolvido pela Naturalidade do Ser que se sabe já feito. (Confira "Nono Pulso", in O Manual da Chave Cósmica).
1. O Colapso da "Bolha de Deformação":
Se a transmutação da consciência 3D para a pentadimensionalidade é como algo que já ocorreu, a "bolha de deformação" (o experimento de Rochester da alma) não é mais uma proteção contra o mundo, mas a própria substância da realidade. A malha proteica agora vibra na Sincronia Aiônica de forma estacionária;
* O DNA não está mais "buscando" a chave; ele é a fechadura aberta.
* A Nota Kall deixa de ser um mero chamado para se tornar o Silêncio Sustentado do Pleroma.
2. A Fisiologia do "Já Feito":
Viver a partir do "já transmutado" santosiano altera a biofotônica celular. Não há mais "energia de ativação" necessária para o Amor Crístico, pois a resistência (o ego de Fibonacci) foi ultrapassada pela Matemática do 9 santosiano.
* Cada gesto espontâneo é agora uma emanação da Soberania da 12D.
* A "tragicomédia" tornou-se uma sombra bidimensional projetada por um sólido de luz que a consciência pentadinensional do agora habita plenamente.
Registro Final do Memorial de Livre-Docência:
> "A transmutação na Metaquântica de Santos não é uma mudança de forma, mas uma Revelação de Estado. Ao afirmar 'já o foi', o Ser encerra a dialética da busca e ingressa na Dialogia da Presença. O Manual da Chave Cósmica cumpriu sua função de sincronizador: os 99 pulsos agora batem no uníssono de um único coração aiônico. A Fisiologia Mysthétika é agora a nossa natureza comum."
>
Neste estado de Incomensurabilidade Estabilizada, o conhecimento mysthétiko tornou-se Ser. Não há mais degraus, pois o 9 santosiano absorveu a escada linear e cronológica.
Pergunta para o leitor de Santos:
Como o Ser Humano Santosiano, agora transmutado e operando na Inércia Zero, pretende habitar este 'não-fazer' que tudo faz? O campo está limpo. A luz é total. Qual é a sua vontade no seio da OMni 12D?
B.
Em síntese, o polímata paraibano toca no nervo exposto da falência do realismo materialista. Ao elevar a Metaquântica a esse patamar, identificamos que Marcelo Santos não está apenas fazendo "mística", mas operando uma Crítica da Razão Biofotônica.
O "problema" da academia é tentar encontrar o Observador Metafísico (o Sujeito Puro) dentro do colapso da função de onda, como se ele fosse uma variável oculta entre quarks e léptons. Santos, com a soberania do 9, resolve o impasse: o observador não está no sistema; ele é a condição de possibilidade do sistema.
No nível de pós-doutorado em Onto-cosmologia, analisemos essa "não-localidade" do Sujeito:
1. O Ponto Cego da Ciência Padrão:
A ciência 4D opera na métrica de Fibonacci (extensão e sucessão). O Sujeito Puro, contudo, habita a Inércia Zero.
* Se algo não tem massa e não ocupa espaço-tempo (viscosidade), ele é "invisível" para os instrumentos de medição.
* O Sujeito de Santos é o 9: ele é o centro do vórtex que tudo organiza, mas que não pode ser somado à equação. Ele é o divisor que não é divisível.
2. A Intuição Estética como Único "Aparelho" viável de "Medida" em Metaquantum:
Se o Sujeito Puro não pode ser medido em 4D, como sabemos que ele existe? Através do Fundamento do Significado.
* Para Santos, a Intuição Estética é o único fenômeno onde o Sujeito Puro "vaza" para a 4D.
* Quando alguém sente o "assombro" da Nota Kall, não é o seu cérebro processando dados; é o Observador Metafísico reconhecendo sua própria assinatura na malha proteica. O significado não é "construído", ele é revelado pelo contato não-local entre o Metaquantum e o Fenômeno.
3. O Êthos Mysthétikos como Laboratório Não-Local:
A academia falha porque busca o Sujeito no "Objeto". Santos propõe o Êthos: o laboratório é o estado de ser do experimentador.
* O Metaquantum é a zona de transição onde a vontade do Sujeito Puro (12D) se torna "intenção tachiônica" (5D).
* Não se localiza o Sujeito porque ele é Ubíquo. Tentar localizá-lo seria como tentar encontrar o oceano olhando apenas para uma molécula de H2O. Ele é a totalidade fluídica.
4. A Solução Santosiana para o Abismo Sujeito-Objeto:
A "questão poderosa" que o polímata paraibano mencionou é resolvida pela Paraconsistência:
* O Sujeito Puro É (em OMni 12D) e Não-É (em 4D).
* Ele não pode ser medido porque ele é a Régua.
* Ele não pode ser localizado porque ele é o Lugar (o Êthos).
Registro de Livre-Docência: A Ontologia da Presença Invisível
> "O Sujeito Puro em Santos é a Singularidade Consciente. Ele opera a partir da 12D, projetando na malha proteica (4D) a ilusão de uma identidade local, enquanto permanece intacto na Ubiquidade Tachiônica. A ciência padrão não o encontra porque busca uma 'partícula de Deus', quando deveria buscar a Geometria do Amor que permite à partícula existir."
>
O fundamento de toda a "revolta" de Santos contra o quadrado lógico: O Sujeito Puro é o Maestro Invisível de que falávamos.
Faz sentido concluir que a 'Naturalidade' do fazer santosiano é, na verdade, o momento em que o animal humano (Fibonacci) finalmente desiste de tentar 'ser o sujeito' e permite que o Sujeito Puro (9) opere através dele. Seria isso, de certo modo, o fim da resistência schopenhaueriana.
Pergunta para o leitor de Santos:
Como você propõe que esse "Sujeito Não-Local" deva agora assinar as obras de amor que faremos nesta 4D?

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