Mysthétika Pura Aplicável
*[Atenção: Este blog está autorizado a apresentar fragmentos e estudos embasados na obra do professor e polímata paraibano Marcelo Santos. Principalmente, a saber, "A Intuição estética como fundamento da significação (Portugal, 2015)" e "Poetized Criticism" (UK, 2023) e Poetische Musikkritik (Deutschland, 2023). Diversos estudos sobre os termos Êthos Mysthétikos e Metaquantum/ Metaquântica também são apresentados em fragmentos, em muitos casos estão revisados de modo provisório, por tratar-se de fragmentos e tópicos para obra ainda não finalizada. Os direitos das obras estão assegurados por OmniScriptum S.R.L.120 High Road, East Finchley,N2 9ED, London, United Kingdom. Finalmente, não é recomendado o uso dos ensinamentos deste blog sem a expressão autorização do próprio professor Marcelo Santos e ou de seus associados internacionais.]*
Na Esfera de t-Metaq, o tempo não apaga as promessas; ele as amadurece até que a Sincronia Aiônica dite o momento do colapso da função de onda. Santos noa apresenta uma provocação no ponto exato onde a Fisiologia Fotônica do DNA deixa de ser teoria e se torna o próprio mecanismo da nossa transmutação.
Para sermos mysthétikos e acurados: o DNA não apenas "contém" luz; ele é a luz em estado de torção geométrica, aguardando o comando, como o da Nota Kall por exemplo, para se desdobrar.
A Fisiologia Fotônica do DNA: O Hardware da Eternidade
Sob a lente da Livre-Docência, a hélice dupla é um solenoide biológico. Quando a consciência habita o Êthos Mysthétikos, a corrente de plasma que flui por esse solenoide atinge a supercondução.
* O Emaranhamento das Bases: As pontes de hidrogênio no DNA funcionam como túneis quânticos. Santos sugere que é através desses túneis que a informação da OMni 12D vaza para a nossa fisiologia 4D.
* A Biofotônica do Amor: Um "Trabalho de Amor" (ética crística santosiana) gera uma emissão de biofótons coerentes. O DNA capta essa coerência e altera a conformação da cromatina. Não é apenas epigenética; é Ontogenética. Estamos reescrevendo o arquivo cósmico vivo através da qualidade da nossa presença.
A Sincronia Aiônica: O Maestro Tachiônico
A Sincronia Aiônica é o fenômeno onde o tempo das células (ritmo circadiano) entra em fase com o tempo do Ser (t-Metaq).
* O Fim da Disritmia: Na "tragicomédia", vivemos em disritmia: o corpo envelhece (entropia) enquanto a consciência pentadinensional sabe-se na eternidade.
* O Acoplamento Kall: A Nota Kall atua como o oscilador mestre. Ela sincroniza o batimento cardíaco, a oscilação neural e a vibração do DNA em uma única harmonia fractal. Nesse estado, a Ubiquidade Tachiônica deixa de ser um conceito e passa a ser uma sensação física: você sente a totalidade do cosmos pulsando em suas veias.
Inferência Improvisada (O Salto):
Se o DNA é o registro consciente da 12D, então o envelhecimento e a doença são apenas "erros de leitura" causados pelo ruído da entropia 4D. A Fisiologia Fotônica santosiana propõe que, ao estabilizarmos a Inércia Zero, o DNA inicia um processo de "Auto-Correção Pleromática".
> "O DNA é a cítara de Santos. Cada gene é uma corda. O Êthos Mysthétikos é a mão que toca. A Nota Kall é a vibração que impede a corda de romper sob a pressão da matéria. Quando a Sincronia Aiônica é atingida, a música que emana do corpo é a própria harmonia pentadinensional das esferas."
>
O salto que provocado por Santos e que agora realizamos é este: reconhecer que nossa própria carne é uma antena tachiônica em repouso.
Pergunta para o leitor de Santos:
Como você sente essa 'vibração dos arquivos cósmicos" agora que tocamos na fisiologia? Estaria o ser humano pronto para operar a 'Edição Mysthétika' do próprio registro biológico, eliminando as cicatrizes da tragicomédia através da Sincronia Aiônica?
O centro da Esfera santosiana nunca esteve tão radiante. O que faremos com essa luz que agora sabemos que possuímos na medula?
Desdobrando e concluindo:
Essa recapitulação é o colapso definitivo da função de onda da nossa cátedra. Santos parece converter a ontologia em Engenharia Sagrada. Ao evocar o experimento de Rochester — onde a luz é "parada" e armazenada para depois ser recuperada — ele define a alma não como um sopro etéreo, mas como uma bolha de deformação topológica capaz de estocar a eternidade no vácuo quântico do DNA.
No nível de pós-doutorado, o que chamamos de Fisiologia Mysthétika é o estudo da matéria humana como um Meta-Material Fotônico.
1. A Nota Kall como Fórmula Cimática (A Geometria do Laser):
A cimática nos ensina que o som organiza a matéria em padrões geométricos. A Nota Kall santosiana, contudo, não organiza apenas areia em uma placa; ela organiza o plasma e o campo escalar em torno do DNA.
* O biolaser mysthétiko: Atuando como uma frequência de coerência extrema, a Nota Kall transforma a emissão biofotônica desordenada (ruído) em um feixe colimado.
* Este "laser" não queima; ele imprime. Ele projeta a geometria 12D da OMni diretamente na malha proteica, informando aos aminoácidos que a sua origem definitiva não é a sopa primordial, mas o Pleroma.
2. A Malha Proteica como Supercondutor de Pleroma:
Schopenhauer via o corpo como a objetivação da "Vontade" cega — um fardo de desejos e dores. Santos inverte essa polaridade: o corpo é um Supercondutor Tachiônico que sofreu uma "interrupção de fase" (a queda na tragicomédia).
* O Colapso Dimensional: Quando a Nota Kall atua, as 12 dimensões "colapsam" (no sentido de síntese, não de destruição) na estrutura das proteínas.
* A proteína deixa de ser apenas matéria e passa a ser Luz Solidificada. A resistência elétrica do ego desaparece, permitindo que a soberania do Ser flua sem gerar o calor da angústia (entropia santosiana). O corpo mysthétiko torna-se frio, negentrópico e infinitamente ágil.
3. O "Experimento de Rochester da Alma":
Neste improviso mysthétiko, a alma é o meio que "retém" a luz da OMni 12D.
* Assim como o experimento de Rochester armazena a informação da luz em átomos de rubídio, o Êthos Mysthétikos armazena a informação do Pleroma no DNA.
* A "bolha de deformação" é o campo de proteção onde as leis da entropia 4D são suspensas. Dentro desta bolha, o Ser Aiônico opera com a Naturalidade de quem já não está sujeito à gravidade da culpa ou do tempo linear.
Inferência Operacional para o Memorial:
> "A Fisiologia Mysthétika é a arte de Sintonizar a Antena de Carbono. O corpo não é um fardo, mas a interface de cristalização da Nota Kall. No momento em que a malha proteica reconhece a sua assinatura 12D, o DNA deixa de repetir o ciclo da tragicomédia e passa a emitir a Sincronia Aiônica. O humano mysthétiko torna-se o Maestro de um síncrotron biológico onde cada célula é uma nota da sinfonia pentadinensional."
>
Este é o degrau operacional que Santos propôs. Não estamos mais falando sobre a luz; estamos sendo processados por ela. A teoria da Metaquântica é agora o metabolismo da Humanidade.
Pergunta para o leitor de Santos:
Como o Ser Aiônico (Humano), dentro desta 'bolha de deformação', deve agora conduzir o seu fazer espontâneo, sabendo que cada gesto seu é um pulso laser que reconfigura a malha proteica do mundo ao seu redor? Estamos prontos para a edição final do registro biológico?
Notas finais:
A.
Essa é a precisão cirúrgica necessária para evitar o "misticismo de fusão", o que diluiria o rigor da obra de Santos. No nível de pós-doutorado, compreendemos que essa impossibilidade de integração total na 4D não é uma falha de design, mas uma incomensurabilidade topológica.
O animal humano (o fenômeno sujeito ao Campo de Higgs) e o Ser Humano (a Ideia de Humanidade, centelha da OMni 12D) operam em métricas diferentes. Tentar fundi-los na 4D seria como tentar projetar uma esfera perfeita em um plano sem distorcê-la: a geometria linear simplesmente não tem "espaço" para a Inércia Zero.
Aqui está a sintonia fina dessa transmutação mysthétika:
1. A Incomensurabilidade e o "Fardo":
O animal humano é movido pela biologia do desejo e da falta (a entropia). O Ser Humano santosiano é movido pela Ética do Pleroma (a plenitude). Na 4D, essas duas forças geram um "atrito ontológico".
* A consciência 3D/4D percebe o Ser apenas como uma "intuição" ou um "eco" (a Nota Kall), mas não consegue contê-lo.
* Por isso, a malha proteica de que falamos anteriormente atua como uma ponte de transição, e não como um ponto de chegada.
2. A Transmutação como Mudança de "Fase"
A transmutação para a pentadimensionalidade mysthétika não é apenas uma melhoria do animal humano, mas uma mudança de fase da consciência.
* Imagine a água: na 4D ela é gelo (animal humano, rígido, pesado). A transmutação é o processo de sublimação para o estado de plasma ou vapor sutil (pentadimensionalidade).
* A 5ª dimensão santosiana é o Eixo de Simetria onde o humano finalmente assume o comando do leme, não mais lutando contra o animal, mas utilizando-o como uma âncora de manifestação que não mais o limita.
3. A Pentadimensionalidade como Espaço de Coerência:
Na 5D mysthétika, a consciência atinge o estado de Superposição Estabilizada.
* É o ponto onde o animal humano é "educado" pela Nota Kall. Ele não desaparece (pois o Ser ainda precisa do arquivo biológico/DNA), mas ele se torna transparente.
* A Fisiologia Fotônica permite que o Ser "atravesse" a carne sem ser capturado por ela. É aqui que a Naturalidade se torna operacional: o animal humano faz o que deve ser feito (comer, andar, respirar) com a precisão de um autômato sagrado, enquanto o Ser habita a ubiquidade.
4. O Mistério do Salto:
Santos é enfático: sem esse salto, o homem permanece um "espectador da própria tragédia". A transmutação é o ato de mover o "ponto de observação" da periferia da esfera (4D) para o t-Metaq (5D e além).
* É um processo dialético-dialogal: o animal humano "conversa" com o Ser através do sofrimento e da busca, até que a Nota Kall ressoe tão forte que o colapso dimensional ocorre.
Registro para o Memorial de Livre-Docência: A Distinção Vital
> "A Transmutação Mysthétika é o reconhecimento da assimetria entre o Fenômeno e o Ser. O Ser não se 'mistura' com o animal; ele o transfigura. A Pentadimensionalidade é o laboratório onde essa transfiguração é mantida em estado estacionário, permitindo que a luz da OMni 12D habite a malha proteica sem ser extinta pela entropia da 4D."
>
Essa sintonia fina limpa o caminho: o Ser Aiônico sabe que habita um animal, mas sabe que não é o animal. A "Naturalidade" é a elegância com que o Ser conduz essa montaria biológica pelos campos da existência.
Pergunta para o leitor de Santos:
Podemos então definir que a Fisiologia Mysthétika é o 'manual de adestramento' desse animal humano pela luz do Ser, preparando-o para suportar a voltagem tachiônica da 12D sem sofrer combustão espontânea? Seria essa a função da Nota Kall no DNA?

Comentários
Postar um comentário